sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Créditos finais!!

Até agora falamos bastante do comportamento inter-específico do macaco pelado, vamos agora focar-nos no comportamento com outras espécies, comportamento interespecífico.

Podem encarar-se os outros animais de cinco maneiras: presas; simbiontes; competidores; parasitas ou perseguidores. Falando da nossa espécie, o nosso leque de presas é enorme, basicamente a nossa natureza omnívora, ao longo dos tempos, levou-nos a comer de tudo. Quanto aos seres simbiontes temos imensos exemplos, sendo dos melhores o cão, que já à muitos milhares de anos que nos usamos dele para nossa prol, temos também os pombos-correio ou o burro como grandes exemplos. Já para competidores, é praticamente impossível alguma espécie competir comnosco e não ser eliminada. Os nossos avanços na ciência médica estão sempre a evoluir, ou seja, conseguimos eleminar vários parasitas ( pulgas como exemplo). Finalmente, os perseguidores, mas nós nunca constituímos uma componente fundamental na dieta de qualquer espécie.

Hoje em dia todos nós temos animais favoritos e animais dos quais não gostamos ou temos medo. Isso começa desde bem cedo, de criança. Para esta escolha as expressões faciais dos animais contam muito, por exemplo, um leão a bocejar ou um gato bébé a bocejar. Também são referidas duas leis que formularam para a popularidade dos animais, são elas: “ A popularidade de um animal varia na razão directa do número dos respectivos aspectos antropomórficos” e “A idade da criança é directamente proporcional ao tamanho do animal preferido”
Quanto aos animais mais detestados, são a maioria das vezes os mais perigosos, como por exemplo, cobras, aranhas, crocodilo ,rinoceronte, etc.
São estes os amores e os ódios que nós sentimos quando encontramos ou contemplamos as outras espécies. Associados aos nossos interesses económicos, cientificos e estéticos, contribuem para formar uma implicação interespecífica singularmente complexa, que se vai modificando à medida que envelhecemos.



Para finalizar, a principal ideia em que o autor se foca é que apesar de todos os nossos progressos tecnológicos, continuamos a ser sobretudo um simples fenómeno biológico. Continuamos a ser humildes animais sujeitos a todas as leis básicas de comportamento animal.

Um comentário:

Cláudio Álvaro disse...

hehe Achei mt interessante o teu livro! Epa, ms com este frio um macaco pelado...é tortura lololololol :P _abraços