Após a apresentação da teoria da origem do macaco pelado, Desmond Morris foca-se no comportamento sexual: do acto base dos primatas para a nossa muitíssima complexa actividade sexual.
Somos a espécie com a actividade sexual mais intensa em todos os primatas. Resulta de uma mistura complicada de origens primatas e progressivas modificações carnívoras. Durante a evolução para animal de casa fixa, juntou-se aos pares e começou a usar indumentária para tapar os orgãos genitais, passou a ser um acto íntimo. Desde então que a base sexual é a mesma, tomando por exemplo: se seleccionassemos um grupo de 20 famílias sub-urbanas e as colocassemos num ambiente subtropical primitivo, onde os machos iriam caçar, a estrutura sexual dessa tribo precisaria de poucas ou nenhumas modificações, ou seja, temos intacto o antigo sistema sociossexual.
Tirando estas observações importantes, o resto do capítulo fala muito de pormenores do acto em si que, sinceramente, não se inglobam bem no fundamentar da evolução do macaco pelado.
A etapa seguinte é o crescimento. E para o macaco pelado a criação dos filhos é um encargo muito mais pesado do que para qualquer outro animal. O tempo de aprendizagem é muito extenso, possibilitando um grande período de ensinamento e desenvolvimento por parte da criança. Sendo assim, o nosso cérebro foi aumentado de tamanho e fomos progressivamente alvo de novas aprendizagens e conhecimentos que foram passados á descencência. Com a nossa inteligência e capacidade para aprender fomo-nos distânciando cada vez mais dos outros animais em termos de capacidade mental. Posto isto, tornamo-nos capazes de desenvolver uma linguagem/capacidade de comunicação que nos permitiram criar expressões faciais únicas e principalmente o choro, o riso e o sorriso.
De seguida, temos a fase de exploração, em que os infantis tentam obter o máximo de interacção com o mundo à sua volta, e isto só ajuda a que eles obtenham uma melhor aprendizagem e um mais vasto conhecimento que lhes permite evoluir como ser. Isto ocorre com animais oportunistas como nós, porque animais especialistas se têm algo que lhes permita sobreviver não exploram (ex: papa formigas, koala).
Neofilia é o termo que se usa para caracterizar o amor pelo que é novo, a vontade que temos pela novidade, e nós (primatas) temos várias actividades que nos oferecem um imenso potencial exploratório como, por exemplo, o desenho, o canto, a dança, diversos jogos básicos, a escrita, o simples fazer barulho com qualquer instrumento que encontremos, tudo isso demostra e potencia a nossa capacidade de aprender.
Também há indivíduos que tiveram falta de afecto enquanto crianças ou outro tipo de problemática, que se refugiam no que é conhecido e que fogem de novas experiências. Estes indivíduos encontram-se bastante limitados e de certeza que tiveram problemas em fases iniciais da sua vida, problemas por exemplo de falta de afectividade materna.
Mas um indivíduo tem de ter “níveis” de neofilia e neofobia equilibrados, pois senão vejamos: se um individuo não demosntrar neofilia, estagna, mas se um indivíduo não for minimamente neofóbico pode-se atirar de cabeça para o desconhecido/desastre!
Seria impossível não falar também do instinto agressivo que estabelece relações hierárquicas e permite a defesa contra indivíduos de outras espécies. Ou seja, os animais lutam entre si por duas razões: por domínio, numa hierarquia social, ou por direitos territoriais. Algumas espécies são puramente hierárarquicas, sem territórios fixos, outras são puramente territoriais. Outras, ainda, encaram as duas formas de agressão, por exemplo, nós humanos, que da nossa “parte primata” lutamos pelo sistema hierarquico e da nossa “ parte carnívora” pelo sistema territorial.
Existem vários sinais de agressividade, como danças, movimentos corporais, vocalizações, rubor em certas zonas do corpo, ou marcas no corpo.
Somos a espécie com a actividade sexual mais intensa em todos os primatas. Resulta de uma mistura complicada de origens primatas e progressivas modificações carnívoras. Durante a evolução para animal de casa fixa, juntou-se aos pares e começou a usar indumentária para tapar os orgãos genitais, passou a ser um acto íntimo. Desde então que a base sexual é a mesma, tomando por exemplo: se seleccionassemos um grupo de 20 famílias sub-urbanas e as colocassemos num ambiente subtropical primitivo, onde os machos iriam caçar, a estrutura sexual dessa tribo precisaria de poucas ou nenhumas modificações, ou seja, temos intacto o antigo sistema sociossexual.
Tirando estas observações importantes, o resto do capítulo fala muito de pormenores do acto em si que, sinceramente, não se inglobam bem no fundamentar da evolução do macaco pelado.
A etapa seguinte é o crescimento. E para o macaco pelado a criação dos filhos é um encargo muito mais pesado do que para qualquer outro animal. O tempo de aprendizagem é muito extenso, possibilitando um grande período de ensinamento e desenvolvimento por parte da criança. Sendo assim, o nosso cérebro foi aumentado de tamanho e fomos progressivamente alvo de novas aprendizagens e conhecimentos que foram passados á descencência. Com a nossa inteligência e capacidade para aprender fomo-nos distânciando cada vez mais dos outros animais em termos de capacidade mental. Posto isto, tornamo-nos capazes de desenvolver uma linguagem/capacidade de comunicação que nos permitiram criar expressões faciais únicas e principalmente o choro, o riso e o sorriso.
De seguida, temos a fase de exploração, em que os infantis tentam obter o máximo de interacção com o mundo à sua volta, e isto só ajuda a que eles obtenham uma melhor aprendizagem e um mais vasto conhecimento que lhes permite evoluir como ser. Isto ocorre com animais oportunistas como nós, porque animais especialistas se têm algo que lhes permita sobreviver não exploram (ex: papa formigas, koala).
Neofilia é o termo que se usa para caracterizar o amor pelo que é novo, a vontade que temos pela novidade, e nós (primatas) temos várias actividades que nos oferecem um imenso potencial exploratório como, por exemplo, o desenho, o canto, a dança, diversos jogos básicos, a escrita, o simples fazer barulho com qualquer instrumento que encontremos, tudo isso demostra e potencia a nossa capacidade de aprender.
Também há indivíduos que tiveram falta de afecto enquanto crianças ou outro tipo de problemática, que se refugiam no que é conhecido e que fogem de novas experiências. Estes indivíduos encontram-se bastante limitados e de certeza que tiveram problemas em fases iniciais da sua vida, problemas por exemplo de falta de afectividade materna.
Mas um indivíduo tem de ter “níveis” de neofilia e neofobia equilibrados, pois senão vejamos: se um individuo não demosntrar neofilia, estagna, mas se um indivíduo não for minimamente neofóbico pode-se atirar de cabeça para o desconhecido/desastre!
Seria impossível não falar também do instinto agressivo que estabelece relações hierárquicas e permite a defesa contra indivíduos de outras espécies. Ou seja, os animais lutam entre si por duas razões: por domínio, numa hierarquia social, ou por direitos territoriais. Algumas espécies são puramente hierárarquicas, sem territórios fixos, outras são puramente territoriais. Outras, ainda, encaram as duas formas de agressão, por exemplo, nós humanos, que da nossa “parte primata” lutamos pelo sistema hierarquico e da nossa “ parte carnívora” pelo sistema territorial.
Existem vários sinais de agressividade, como danças, movimentos corporais, vocalizações, rubor em certas zonas do corpo, ou marcas no corpo.

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